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Solução integrada de soft+hard é ideal para garantir a segurança das informações "Solução integrada de soft+hard é ideal
para garantir a segurança das informações A opinião é de Paulo Vianna, diretor de novos negócios da subsidiária brasileira da SafeNet, uma das maiores multinacionais americanas de soluções de segurança completas de controle de acesso em redes, acesso remoto e dados em repouso Especialistas afirmam que nos próximos cinco anos, todas as grandes e médias empresas adotarão a Nota Fiscal Eletrônica (NFe). E que, em 10 anos, não existirá mais a nota fiscal em papel. Esta mudança cultural que prevê diversos ganhos, em função da desburocratização de processos e da melhoria na qualidade de atendimento aos clientes é grande, não se pode negar. Além do Meio Ambiente, que agradece a redução no uso do papel, este processo constitui grande avanço para facilitar a vida do contribuinte e as atividades de fiscalização sobre operações e prestações tributadas pelo Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e pelo Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Por enquanto, no Brasil, é ideal para empresas com um volume de mais de 500 notas fiscais emitidas por mês, mas em breve, deve atingir as empresas de menor porte; pelo menos nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Bahia, Goiás e Maranhão que apóiam o Comitê Gestor do Projeto Nacional da Nota Fiscal Eletrônica. Mas se de um lado muitos estão visando às vantagens estabelecidas pelos processos de emissão, guarda e consulta de notas fiscais, de forma mais simples e econômica, por outro, tudo é guardado eletronicamente, com acesso via login e senha e validade garantida somente por assinatura digital de quem emite e por autorização da administração tributária local. Neste contexto, a SafeNet vem criando um movimento para a defesa da adoção de soluções completas, que envolvem tanto o sistema eletrônico de notas fiscais, como o hardware de proteção pelas empresas. Hoje, a companhia atua com integradores locais de tecnologia, a exemplo da e-Val, da Boldcron, BRy e Digisign, de forma que o mercado corporativo possa investir corretamente na melhor solução, tendo a garantia de que, nos próximos anos, seu investimento não foi em vão. "A Certificação Digital é a única solução para quaisquer aplicações que necessitem garantir identidade na rede. E, paralelamente ao conceito de Autenticação Forte que a norteia para o usuário individual, na Nota Fiscal eletrônica, o sistema deve ser acompanhado de um hardware que garanta a integridade das chaves privadas que, na internet, garantem a identidade da empresa", esclarece Paulo Vianna. Segundo o executivo, não se deve sequer considerar a possibilidade de emitir notas fiscais eletrônicas sem o uso de um hardawre dedicado a este fim. "Os HSM - hardware security modules - são os mesmos equipamentos que respondem pela integridade das nossas transações bancárias dentro da estrutura do Sistema de Pagamentos Brasileiro, pela identificação dos chips nos telefones GSM, ou ainda pelos mais variados sistemas de criptografia usados na indústria e no mercado de certificação digital; incluídos aí todos os certificados digitais emitidos até hoje na esfera da ICP-Brasil e nas principais autoridades certificadoras no mundo inteiro", observa Vianna. Para o executivo, com a adoção de HSMs, as empresas ganham a proteção requerida nesse processo, diferenciando-se das que optam apenas pelo uso de sistemas que, sozinhos, são vulneráveis aos cada vez mais insistentes e profissionais ataques lógicos de hackers e piratas de todos os tipos, expondo as chaves privadas das empresas que permitirão a emissão de notas fiscais eletrônicas a toda sorte de problemas. "Obviamente que defendemos esta posição com muita propriedade, pois a SafeNet é líder mundial em soluções de criptografia e segurança de transações. Mas o objetivo principal de nosso alerta é o de conscientizar o mercado e os potenciais usuários de que, sem hardware, certificação digital e todas as aplicações que se baseiam nela, estão condenadas a apenas replicar o conceito nome/senha, que tanto fragiliza o tráfego de informação na Internet", finaliza Paulo Vianna. Sobre a SafeNet - A empresa está presente no Brasil desde 2004, com sede em Barueri (Alphaville), São Paulo. A estratégia de atuação da SafeNet Brasil está baseada no canal de distribuição e vendas. A empresa tem 40 revendas (VAR´s) cadastradas e certificadas em todo o país - todas especializadas em segurança e com alto nível de qualificação técnica, devido ao programa de treinamento ofertado pela SafeNet para garantir um atendimento profissional e consistente aos usuários. Entre as soluções disponibilizadas para o mercado estão os dispositivos de autenticação e segurança - SafeNet iKey®, Java Card 330J -, ferramentas de segurança para aplicações em VPN - SSL iGate e HA Gateways-, soluções de guarda de chaves-raiz - HSMs Luna -, equipamentos de criptografia de links - ATM Encryptor II, Frame Encryptor, SONET Encryptor e Link Encryptor -, soluções para proteção de software - Sentinel e Compact 500 -, soluções para proteção de notebooks - Protect Drive e Protect File -, soluções de criptografia e segurança de transações que protegem cartões de crédito e PCs; e soluções para Transferência Eletrônica de Fundos (EFT). Em 2004, a SafeNet, Inc. (NASDAQ: SFNT) adquiriu a Rainbow Technologies. Em dezembro de 2005, a empresa fundiu-se com a Eracom Technologies, capilarizando o atendimento e adicionando ao seu catálogo de produtos tecnologias de criptografia desenvolvidas em conformidade com os principais padrões internacionais, como o FIPS 140 nível 3 e o COMMON CRITERIA, para segurança de transações, privacidade de informações e segurança para grandes bancos, instituições financeiras e governo. Atualmente, a SafeNet Inc. atende mais de 5.000 clientes em todo o mundo e está presente em 100 países, com escritórios próprios e canais de distribuição nos mercados referentes. |
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